Com certeza você já foi impactado por um Retargeting em sua navegação, aliás, somos impactados por isso o tempo todo.  Talvez, por você não estar familiarizado com os termos da publicidade digital, possa não saber, mas o Retargeting é a estratégia de entrega de mídia baseada em um determinado comportamento prévio, buscando encontrar o comprador ideal para a oferta do anunciante.

 

O conceito é realmente bom se usado com objetivo claro, moderação e, principalmente, dados de qualidade para entender a fundo o comportamento do consumidor e entregar uma campanha no melhor momento. Ao contrário disso, se torna uma forma cansativa e desesperada de fazer publicidade. Isso sem contar a experiência negativa que gera nos consumidores.

 

Por exemplo, há situações em que o usuário clicou em determinada oferta por acidente, ou de fato pesquisou por um produto uma única vez, e quando percebe, está sendo impactado pela mesma oferta diversas vezes, independente se realizou a busca ou se já comprou o produto em questão.

 

O desconforto que os anúncios inadequados proporcionam é decorrente de uma série de fatores, entre eles: a limitação na coleta e organização de dados; a falta de tecnologia que possibilite uma entrega unificada em diversos ambientes; e, uma estratégia que efetivamente enxergue o consumidor como único, independente do device.

 

Para evitar este tipo de transtorno e fazer com que seu ROI ultrapasse as expectativas, o primeiro passo é organizar os dados da sua audiência em uma plataforma que seja capaz de compreender múltiplas fontes de dados em tempo real. Há empresas que possibilitam a combinação dos dados online da sua audiência – Cookies, SDK’s e etc – com dados demográficos off-line. Tudo isso para chegar ao dado determinístico e ser ainda mais assertivo.

 

Esse tipo de dado, chamado de match determinístico, é considerado o dado mais valioso da publicidade online, por se apresentar, em média, 10,37 vezes mais relevante do que os dados comportamentais. Dessa forma, você consegue impactar o usuário de uma forma linear em todas as plataformas digitais, com uma frequência ideal e controle de entrega.

 

Hoje, uma das alternativas para se implementar ações de targeting ou retargeting de maior sucesso no mercado brasileiro é a de Frequência Combinada, que permite impactar o consumidor em diferentes momentos em sua jornada. Por exemplo, você pode impactar sua audiência em uma determinada frequência com um spot de áudio de 30’ em um aplicativo de streaming, depois outras tantas vezes com um anúncio em vídeo em portais e verticais e por último, tentar a conversão através de display, tudo de acordo com o perfil dos usuários e com comunicação adequada ao meio e ao formato.

 

Sendo assim, podemos afirmar que um retargeting de qualidade deve contemplar uma estratégia de dados objetiva e utilizar inteligência para ser efetivamente mais rentável, proporcionar uma experiência única de comunicação com seu público-alvo e contribuir ativamente com os seus resultados.

 

Para você entender como funciona o ambiente programático, é válido voltar ao passado recente e relembrar como eram as negociações de compra e venda de mídia online. Normalmente, todo o processo era trabalhoso, pois envolvia o contato pessoal com quase todo o Publisher que o cliente quisesse anunciar e a segmentação era limitada.

 

O principal objetivo das plataformas programáticas é a automatização de todo o processo de compra de mídia digital.

 

Com a evolução do mercado e de suas soluções, vieram a alta capacidade de granularização na entrega, a consolidação dos dados e a possibilidade de impactar audiência com grande precisão.

 

Neste processo existem dois lados: o do anunciante que quer entregar um anúncio num espaço publicitário com poder de segmentação e segurança na compra, e o lado do Publisher, site que quer comercializar seus espaços publicitários com qualidade maximizando a receita.

 

A fim de garantir capacidade de entrega, escalabilidade, alto poder de segmentação e segurança na entrega aos Anunciantes e, ao mesmo tempo, qualidade e o maior valor possível por cada espaço publicitário ao Publisher, surgiu um ecossistema constituído por diversas soluções tecnológicas que compõem a Mídia Programática.

 

Abaixo listamos alguns  dos principais conceitos deste ecossistema e sua aplicabilidade de maneira básica.

 

AdServer

 

Existem diversas aplicabilidades para os Adservers, do lado do Anunciante a mais importante é a possibilidade de prover visibilidade de sua ação digital consolidando dados de diversos canais de entrega em um só lugar, com baixo – ou nenhum – overlap de informação. Dessa forma, é possível auditar a entrega de cada parceiro se certificando que o volume contratado será entregue, assim como alguns de seus KPIs, por exemplo CTR, Viewability, etc.

 

Trading Desk

 

Trading Desk (ou mesa de operação) é uma entidade independente especializada na compra de inventário através de DSPs. Geralmente é formada por especialistas em mídia digital com alta capacidade em análises de dados, que utiliza DSPs e outras tecnologias para otimizar a mídia programática baseada em lances em tempo real e compra de audiência. O principal objetivo é ajudar clientes a melhorar o desempenho da publicidade e a obter mais valor com suas ações digitais.

 

Demand Side Plataform – DSP

 

A DSP é usada por anunciantes e agências, normalmente através das Trading Desks, para gerenciar e comprar inventário de vários Publishers e redes de anúncios por meio de uma interface. As DSPs permitem a compra de impressões em vários sites, com possibilidade de entregar uma ação digital para usuários específicos com base em informações como dados demográficos, localização, comportamento de navegação, entre outras. Dessa forma o Anunciante pode direcionar seus esforços para o público com maior assertividade e controle na entrega.

 

Supply Side Platform – SSP

 

Uma solução que possibilita aos Publishers gerenciar a monetização de seu inventário e otimizar sua receita de uma forma automatizada em larga escala, conectando seu inventário a múltiplas Ad Exchages de uma só vez, trazendo muitos compradores potenciais aumentando as chances de receita e diminuindo seu inventário ocioso de maneira mais eficiente.

 

Ad Networks

 

No nível mais básico, as Ad Networks reúnem o inventário (remanescente ou não) dos Publishers e os vendem para diversos anunciantes. Os anúncios são entregues nos sites através do Ad Server da Ad Ntework por meio de um código implementando no site do Publisher, que chama os anúncios.

 

A performance pode ser rastreada por meio de um tracking pixel da Ad Network que o anunciante implementa em sua(s) página(s) de conversão, como por exemplo uma página de agradecimento ou um botão “enviar” de um formulário. O Ad Server da Ad Network permite segmentar, rastrear e gerar relatórios sobre anúncios na campanha. Muitas vezes não há transparência de onde a mídia está veiculando, o que pode ser um risco para o Anunciante.

 

O Publisher também deve ficar atento sobre a qualidade do anúncio que a Ad Network vai levar em seu site, pois muitas vezes a Ad Network traz demanda de Open Auction ou de outras Ad Networks, onde os anúncios podem ser nocivos à experiência do usuário em sua propriedade.

 

Ad Exchanges

 

As Ad Exchanges são um level acima das Ad Networks pois facilitam a compra e a venda de inventários de várias Ad Networks simultaneamente. As Ad Exchanges permitem o lance em tempo real (RTB – Real Time Bidding) em impressões individuais, utilizando as tecnologias automatizadas de DSP e SSP abordadas anteriormente.

 

Usando uma Ad Exchange, os Publishers podem leiloar seu inventário pelo maior lance através de uma única interface. Os compradores, por outro lado, podem acessar inventários de milhares de Publishers (por meio de muitas Ad Networks) em um único local, dando a eles um alcance exponencialmente maior do que qualquer Ad Network.

 

 

Demand Side Platform – DMP

 

É a plataforma que permite realizar a gestão dos dados, capaz de capturar, organizar, armazenar e ativar dados em forma de audiências diretamente nas DSPs. De maneira geral devem ser focadas nos dados próprios dos clientes (first party data), mas muitas vezes oferecem também possibilidades de cruzamento e enriquecimento com informação de terceiro.

 

Open Auction

 

Essencialmente, qualquer DSP tem acesso às Open Exchanges, nas quais o inventário de milhares de Publishers está disponível por meio de leilão aberto. Entretanto, normalmente os compradores não têm 100% de visibilidade de quais URLs, exatamente, estão entregando sua mídia.

 

Os Publishers geralmente não disponibilizam todo o inventário deles em Open Exchange, isso é parte da razão pela qual o lado Open Auction da programática tem uma má reputação como tendo apenas acesso ao inventário remanescente e de baixa qualidade (mas nem sempre isso é verdade).

 

A fraude ainda é um problema muito grande, mas esforços como a possibilidade de os anunciantes fazerem lances em impressões visíveis e programas de monitoramento de fraude incorporados ao processo de compra programático fazem parte dos esforços para resolver o problema. Há também ambientes de licitação mais controlados para compradores e vendedores, como Private Market Place Programmatic Direct.

 

Private Market Place – PMP

 

São “arenas” somente para convidados nas quais um ou um punhado de Publishers abre uma seleção de inventário para um determinado número de compradores. Ainda é um ambiente de leilão de RTB, mas o comprador sabe em qual site os anúncios serão exibidos, e o Publisher saberá quais anúncios dos compradores serão exibidos ao junto de seu conteúdo. Um Publisher também estabelece intervalos de preços pré-definido com os compradores antes de entrar no leilão privado. O benefício programático é o uso de dados na segmentação e a capacidade de comprar impressões em tempo real, com total transparência na veiculação.

 

 

Programmatic Direct

 

É uma forma de os Publishers e Anunciantes simplificarem o processo de compra de inventários garantidos e preferenciais vendidos diretamente pela equipe de vendas do Publisher, mantendo mais controle do que a oferta de canais RTB. Não há leilão em vendas diretas programáticas.

 

Normalmente, existem dois tipos de vendas diretas programáticas:

 

Programmatic Guaranteed – são feitas para inventário reservado a um preço definido.

 

Preferred Deals – concedem aos compradores diretos visibilidade da impressão antes do restante dos compradores a blocos de inventário a um preço definido. Em ambos os casos, os anúncios são veiculados e gerenciados de maneira programática e contam com todos os benefícios da segmentação programática, embora o Programmatic Guaranteed ser utilizado normalmente para a compra de 100% do inventário negociado (diárias ou faixas horárias).

 

Existe um grande número de termos para descrever quase exatamente a mesma coisa: Programmatic DirectProgrammatic GuaranteedAutomated GuaranteedProgrammatic Reserved Programmatic Premium são todos relativamente sinônimos.

 

 

Com diferentes ferramentas e nomenclaturas dentro do ecossistema programático, cada processo ou plataforma exerce uma função única e essencial, os quais fazem parte de uma mesma engrenagem e tornam a mídia programática a principal e mais eficiente forma de realizar a compra e a venda de mídia digital de modo automatizado.

 

A publicidade programática tornou realidade o sonho do anunciante de alcançar a pessoa certa com a mensagem certa no melhor momento possível. Mas, embora tenha conseguido aumentar os orçamentos de publicidade e permitir a automação da visualização em grande escala, também gerou algumas preocupações no setor.

 

Apesar dos benefícios altamente valorizados da mídia programática, a limitação existente para avaliar o sucesso das campanhas programáticas, a natureza misteriosa da tecnologia subjacente e a falta de conhecimento sobre sistemas de fornecimento de informações e dados em tempo real são uma das principais frustrações dos especialistas em marketing digital.

 

De fato, um estudo publicado pela London Research and Truth revelou que cerca de 50% da indústria acredita que a falta de medição e métricas consistentes para julgar o desempenho da publicidade é um problema. No mesmo sentido, os clientes expressam sua preocupação com a baixa visibilidade das atividades e com o valor agregado (ou mesmo não adicionado) por parte de agências e terceiros, sem contar os temores sobre a possibilidade de fraudes publicitárias.

 

Esta situação dificulta o desenvolvimento da indústria. Uma cadeia de valor opaca e a impossibilidade de julgar se o investimento foi eficiente significa que menos recursos são alocados para a otimização de processos. De acordo com a pesquisa acima, 77% dos executivos da indústria acreditam que uma cadeia de suprimentos mais simples permitiria um melhor uso do tempo e dos recursos econômicos para uma melhor publicidade e inovação.

 

Algumas empresas estão agindo, tanto internamente quanto em cooperação com agências e parceiros de tecnologia, para impulsionar a gestão da compra de publicidade programática e maximizar seus benefícios. Essa pode ser uma maneira de começar a enfrentar os desafios que surgem e explorar os altos retornos oferecidos por esse tipo de publicidade.

 

No coração deste desafio está a comunicação entre as diferentes partes envolvidas na venda e implementação de campanhas, um dos pontos-chaves para que as empresas tenham informações precisas sobre o seu desempenho ou consigam gerar testes e ajustes que otimizem o resultado final.

 

Mas se realmente quisermos alcançar um processo eficiente, é essencial ter ferramentas digitais que facilitem o trabalho das partes envolvidas.Atualmente, existem soluções que permitem segmentar a compra de anúncios programáticos em meios de comunicação refinados e premium, ou seja, exclusivos do mercado privado (PMP).

 

Dessa forma, o anunciante pode saber com clareza para quem e em qual momento direcionar seus criativos. Esses espaços permitem que os editores controlem quem compra o inventário e quanto pagam por ele, o que gera maior transparência entre o editor e o anunciante.

 

Essas novas tecnologias são capazes de definir o público-alvo, o investimento, a frequência e o formato em um só lugar por meio de qualquer DSP no mercado. Este último, por outro lado, ajuda a evitar o efeito caixa preta na publicidade programática.

 

Purificar o ecossistema programático e otimizar seu funcionamento requer o desenvolvimento de alternativas tecnológicas acessíveis e a colaboração das diferentes partes. A limpeza da indústria só pode aumentar a confiança e, com isso, o investimento.

Com o comportamento cada vez mais imediatista dos consumidores, apoiado por um novo modo de consumir entretenimento e mídia, as empresas têm repensado frequentemente suas estratégias de comunicação. Porém, ainda há um longo caminho a se percorrer.

Um estudo recém elaborado pelo Google em parceria com a Boston Consulting Group (BCG) avaliou a maturidade das 60 principais companhias do Brasil em relação ao Data Driven Marketing e as classificou em quatro estágios: Nascente, Emergente, Conectado e Multimomento.

Como já era esperado, mais da metade das empresas consultadas (55%) ainda está no estado “Emergente”, ou seja, faz algum uso de dados em campanhas e compra mídia programática com otimização, além de compará-los com outros tipos de mídia. Por outro lado, 37% já está no estado conectado, recorrendo a dados integrados e ativados ao longo de múltiplos canais de mídia com clara conexão a ROI (Retorno sobre Investimento) e resultado de vendas.

Nos extremos, poucas das empresas entrevistadas se encaixaram nos estados Nascente (6%) e Multimomento (2%), o que prova que não estamos nem em um estágio inicial, utilizando dados de terceiros e mídia direta, nem em um estágio mais maduro, em que há execução dinâmica, otimizada e personalizada para cada cliente ao longo de todos os canais de mídia.

Apesar de ser um caminho complexo e que envolve diversas áreas, tecnologias e estratégias de negócios, sair do estágio nascente para o multimomento, além de criar vantagem competitiva, pode ter um impacto competitivo de até 20% nas receitas e ganhos de até 30% em eficiência.

Mais do que apenas investir em ferramentas para a captação e tratamento de dados, colocar em prática uma estratégia de Data Driven Marketing é controlar o modo como são usadas as informações coletadas. Ao começar a compreender o perfil comportamental ou demográfico da sua audiência, sabe-se em qual fase de relacionamento com a marca o consumidor está e, então, podemos definir facilmente qual decisão tomar.

Buscar por tecnologias e serviços que ajudem a estabelecer uma visão única do cliente é o primeiro passo para executar com maestria a habilidade de personalização e automação na entrega de mensagens.

Essa criação de valor acerca do cliente a partir dos dados – por meio do Data Driven Marketing – o eleva como ponto central dos próximos passos que impulsionarão os negócios, para que a transformação digital não seja apenas vantagem das chamadas empresas “nativas digitais”, mas parte intrínseca de todos os negócios.

 

Desde que o mundo da publicidade descobriu a Frequência Ideal (efetiva) e sua capacidade de influenciar o comportamento de compra dos consumidores, todas as agências e anunciantes ao redor do planeta passaram a seguir a teoria à risca.

 

Para quem não conhece, a frequência eficaz é expressa por um número de repetições de uma campanha, que pode variar de uma até dez. Por muito tempo o mercado acreditou no conceito de três mais (three-plus) em que uma frequência de três ou mais repetições seria o ideal, porém com a fragmentação da atenção do consumidor e da mudança no contexto midiático e tecnológico chegou-se ao consenso de que o número ótimo da frequência eficaz poderia ser tão baixo quanto um ou tão alto como nove.

 

Porém, como as mídias digitais estão em constante movimento, não podemos dizer que  há uma fórmula exata. Para você ter ideia, grandes players mundiais estão investindo tempo e dinheiro em estudos para equalizar o GRP nos diferentes canais de comunicação para criar análises cross media e, assim, obter um resultado único de alcance e frequência nos ambientes on e off-line. Ficar apenas com as antigas métricas CPV, CPM, CTR, CPL, não traz a percepção necessária para os resultados.

 

Como cada vez mais o foco das empresas estará voltado para pessoas, será mais do que necessário compreendê-las para conseguir executar uma comunicação certeira e eficaz. Neste cenário, os dados e os ambientes digitais são extremamente relevantes dentro de qualquer estratégia de comunicação voltada para o indivíduo.

 

Por que a Frequência combinada?

 

Já ficou claro que tudo mudou, que os meios são complementares, que os dados de audiências são fontes inesgotáveis de informação para uma marca e que a teoria Frequência Ideal já está ultrapassada. Porém, com tudo isso você deve estar pensando qual a melhor forma de influenciar meu consumidor, certo?

 

Se sua empresa estiver trabalhando os dados First Party com excelência, ou seja, coletando, armazenando, organizando-os da melhor forma, você pode ter certeza que já está no caminho para gerar uma experiência de marca única, linear e complementar com foco na sua audiência.

 

O segundo passo é encontrar parceiros que tenham produtos e serviços capazes de combinar as informações comportamentais online com dados demográficos off-line de um usuário, para assim, criar um match determinístico e enxergar o consumidor por meio de visão horizontal, independente do device, canal ou formato.

 

Dessa forma, você consegue ter a certeza de quem está impactando para poder definir uma frequência, que, aqui na ROIx, chamamos de combinada, pois segue a jornada do consumidor em qualquer dispositivo. Por exemplo, é possível iniciar uma conversa por meio de uma inserção em áudio streaming e após ser impactado pela terceira vez, o consumidor receber mais três inserções em vídeo, para só assim ser direcionado para o display onde converterá a compra.

 

Com essa frequência combinada, você forma a opinião do consumidor com dois formatos leves e de forte engajamento, para levar o consumidor a conversão de fato. Essa forma, que utiliza alguns passos da frequência ideal será o fio condutor de quem quer ter forte influência sobre seus públicos alvos.

 

Fique de olho e comece a colocar a frequência combinada em suas estratégias.

Atualmente, já se tornou comum aos profissionais de marketing e publicidade o uso de tecnologias para automatizar a compra de espaços publicitários na internet. Conhecida como mídia programática, essa forma de negociar mídia trouxe uma solução para tornar os processos mais rápidos e eficientes.

 

Por exemplo, o que antes era necessário negociar separadamente com cada página na web, agora conta com um processo automatizado de comprar e vender mídia por meio de um sistema automatizado. Além de otimizar o tempo, a produtividade e os resultados, este novo método vem transformando continuamente a forma com que as marcas se comunicam com os seus consumidores.

 

De acordo com o IAB Brasil, somente em 2017, o mercado de mídia programática movimentou R$ 14,8 bilhões, atingindo um percentual de crescimento de 25,4% em relação ao ano anterior. Isso significa que cada vez mais, anunciantes e agências estão direcionando seus esforços para o segmento.

 

Onde está o verdadeiro valor da programática?

 

É fato que a automatização da compra e venda de mídia facilitou a vida de muitos players do mercado, já que com apenas uma operação é possível exibir uma campanha em vários sites. No entanto, é importante deixar claro, que compra programática não significa apenas compra via plataformas automatizadas. O que proporciona o real valor a este segmento é a possibilidade de utilizar audiências e entregar mídia de forma personalizada.

 

Para deixar mais claro, é possível impactar consumidores que dão sinais de interesse em comprar determinado produto ou serviço, concentrando a entrega da mídia pelos perfis de audiência que realmente interessam.

 

Além das segmentações, que permitem uma assertividade maior, outro diferencial da mídia programática é a possibilidade de exibir criativos diferentes para cada um dos interesses ou intenções de compra dos consumidores. Assim, ao invés de bombardear o consumidor com a mesma mensagem, o anunciante pode contar uma história utilizando a jornada do consumidor nos dispositivos e canais digitais.

 

Uma estratégia programática bem estruturada, evita a dispersão de anúncios em sites aleatórios, auxilia na performance e aumenta a geração de leads ou vendas, já que a sua comunicação está sendo direcionada para o público-alvo correto. Dessa forma, com uma mídia muito mais certeira, o anunciante consegue ter um retorno maior sobre o investimento.

Nos últimos anos, a mídia programática passou de coadjuvante a ator principal dentro das agências e anunciantes. De acordo com a estimativa da Dentsu Aegis, o chamado gasto programático – cuja veiculação é definida por algoritmos e dados – deve crescer 23% este ano. Isso prova que além de haver um número maior de empresas utilizando a automação de mídia em suas campanhas, há investimentos mais significativos nestas tecnologias.

 

Para aqueles que já estão de olho neste segmento e querem aprimorar suas atividades digitais, pontuamos algumas tendências que todos devem ficar atentos:

 

Storytelling cross-channel e cross-device

 

Utilizar dos  múltiplos devices e ambientes digitais para passar uma mensagem contínua e uniforme é o primeiro passo para se destacar com sua audiência. O maior desafio aqui é trabalhar com as tecnologias corretas e os melhores dados disponíveis, para criar estratégias assertivas e atingir o seu público-alvo nos melhores horários, canais e dispositivos. 

 

PMP’s (Private Market Place)

 

Após questionamentos do mercado, há um movimento de transformação para aumentar a segurança das marcas, ofercer transparência nas entregas e otimizar os investimentos. Soluções como o Connect, que são baseadas na combinação de dados e PMPs, entregam segurança e assertividade para seus anunciantes. Suas ativações acontecem em ambiente predefinidos, com brand safety e viewability. Tudo isso com apenas um clique, por meio de ambientes automatizados, self-service e que estão preparados para que qualquer profissional da agência ou do anunciante possa acessar e operar.

 

Uso de dados confiáveis

 

Já é claro que os dados são um ativo comercial crucial, do qual podemos extrair valor e obter vantagem competitiva. No entanto, para que você tenha certeza de que os dados utilizados são os mais adequados, é necessário certificar sua origem e preferencialmente combiná-los com seus dados próprios (First Party Data). No caso de extrapolações, certifique-se de empregar modelos matemáticos e não apenas de informações semelhantes.

 

Clareza no impacto cross-channel

 

Apesar do last-click, ainda que muito contestado, ser o principal modelo de atribuição, já é comum encontrar anunciantes utilizando um modelo de atribuição multi-dispositivo para entender quais pontos de contato contribuíram para a conversão, qual foi o impacto dos diferentes canais de marketing e obter dados completos da jornada de compra dos clientes.

 

TV Programática

 

Grandes produtoras de conteúdo brasileiras já estão de olho na OTT e CTV, o que vai gerar mais possibilidades de entregar publicidade programática na TV. Apesar de ainda ser pequeno no Brasil, esse mercado pretende estourar nos próximos anos. De acordo com o eMarketer, em 2018, a TV programática pode chegar a contabilizar US$ 4,4 bilhões, o equivalente a 6% dos gastos em TV.

 

Verificação de Blockchain para legitimar o tráfego

 

Com o uso cada vez maior de blockchains para garantir a segurança das transações e dos dados dos consumidores, rapidamente esta tecnologia será integrada para combate a fraudes na mídia programática. Essas redes registram o envio e recebimento de valores formando blocos de conteúdos, os quais são selados por códigos criptográficos.

 

Inteligência Artificial

 

Em pouco tempo veremos a inteligência artificial tomar conta de nossas vidas. Além dos produtos que estarão integrados a rotina diária dos consumidores, essas novas tecnologias também serão de extrema valia para os anunciantes se comunicarem com suas audiências de forma mais eficiente e irá influenciar toda a cadeia programática.

 

Fim das DMPs caseiras

 

A popularização do uso dos dados levou empresas a investirem em bancos de dados próprios para assegurar a confidencialidade dos mesmos. Embora pareça a melhor opção, essa prática tem se mostrado dispendiosa e muitas vezes morosa. Confiar a coleta, o armazenamento e a gestão de seus dados a empresas especializadas é a melhor forma de ampliar o valor dos seus dados e minimizar os riscos.

 

Experiência Nativa

 

Com a preocupação dos anunciantes com a experiência dos usuários, os Native Ads se tornaram um formato bastante utilizado na indústria por conectarem o conteúdo da página e o contexto da publicidade. Esse tipo de publicidade respeita os requisitos de qualidade, é personalizado e, acima de tudo, garante brand safety. Porém, o resultado só aparecerá se você tiver um forte trabalho de outros aspectos simultaneamente, dentre eles, com maior destaque, os dados.

A cada dia os anunciantes se mostram mais maduros para aproveitar as novas oportunidades em torno do digital, tanto que a coleta e análise dos dados passaram a ser tratadas como questões de extrema importância para o sucesso das companhias.

 

Já ficou claro para grande parte do mercado que colocar uma estratégia parruda de dados em prática torna a comunicação muito mais assertiva, aumenta a conversão das suas campanhas de mídia e permite a personalização da experiência de compra para os consumidores.

 

Para você ter uma ideia, cerca de 3.000 profissionais de marketing e comunicação em 17 mercados globais entrevistados pela pesquisa da GDMA (Global Alliance of Data-Driven Marketing Associations) e pelo Winterberry Group com apoio da MediaMath, 81,3 % descreveram que os dados são importantes para o trabalho deles e 59,3% ainda os julgaram como fundamental para o desempenho de suas atividades, geração de estratégias e esforços de engajamento com a audiência.

 

Porém, quando falamos de mídia programática, não basta coletar as informações e analisar os resultados. O que a torna realmente valiosa é como organizamos e ativamos estes dados. Sem isso, temos apenas uma forma rápida de desperdiçar mídia e não aproveitamos corretamente o investimento destinado aos ambientes online.

 

Talvez pareça genérico, mas o tratamento de cada um deles e das informações coletadas é de extrema importância para compreender de fato o seu público e, assim, impactá-lo com conteúdos que sejam de seu real interesse.

 

As segmentações de perfil de audiência ou o uso de técnicas de modelagem estatística, que têm como objetivo ampliar o alcance de uma audiência, são essenciais para obter melhores resultados, mas só dão um retorno significativo se houver um trabalho dos dados por trás de estratégia.

 

Por isso, ao iniciar um projeto que envolva a programática, pense primeiro se você está dando a real importância para o uso dos dados da sua empresa. Dessa forma, você terá a garantia de que está firmando os primeiros passos para alcançar um retorno de investimento ainda mais expressivo.

Foi-se o tempo em que a criação reinava na publicidade. Antes de qualquer sinal da internet, um slogan genial era capaz de salvar campanhas milionárias. Mas, o futuro chegou e o jogo mudou.

(mais…)

Players de todos os segmentos compreenderam que sem dados, inventário e conteúdo de qualidade, a mídia programática se torna apenas uma forma automatizada para a compra de espaços publicitários no digital.

 

Com tantos questionamentos e dúvidas por parte dos anunciantes, há um movimento de mudança e transformação em todo o mercado. Porém, a questão é como essas mudanças afetarão a maneira como compramos mídia e as direcionamos ao público-alvo.

 

Você já parou para pensar em quão complexo é o processo de compra de mídia programática, desde a estratégia até o set-up da campanha, incluindo dados, inventário até as métricas para mensurar a qualidade? Atualmente são necessárias mais de cinco etapas que exigem, inclusive, um investimento específico em cada uma delas.

 

Chegou o momento de olhar para o futuro e deixar a compra de mídia mais automatizada e qualificada do que nunca. A indústria precisa desenvolver um modelo capaz de minimizar a quantidade de esforços diários de uma equipe inteira e que tem a capacidade de agregar mídia e dados em um único ambiente de oferta exclusiva, conhecido como PMP (Private Market Place).

 

Dessa forma, os anunciantes poderão acessar audiências pré-estabelecidas, gerenciar as informações de suas campanhas e ativá-las em diversos formatos sempre com a garantia de que estarão sendo entregues apenas por publishers altamente qualificados (Inventario Premium).

 

Além disso, também será possível utilizar-se de um conjunto completo de segmentação de dados, incluindo os dados First-Party (dados proprietários), Onboard e dados Third-Party (dados de terceiros), sem ter uma DMP própria. Resumindo, será uma nova forma de fazer a ativação programática em um clique, por meio de ambientes automatizados, self-service e que estejam preparados para qualquer profissional de agência ou do anunciante acessar e operar.

 

Com este novo modelo será possível reduzir, em mais de 25%, o volume de investimento perdido ao longo da cadeia programática, uma vez que o Tech Stack (custos de tecnologia) é minimizado e e aumenta-se a precisão do target em razão da qualidade dos dados. Em outras palavras, o investimento do anunciante poderá render quase 30% a mais, a partir de agora.

 

A qualidade da mídia programática está ganhando um novo patamar, gerando enormes impactos positivos nos resultados e na experiência do usuário. Se quiser conhecer uma maneira mais econômica, simples, ágil e segura de comprar audiência de qualidade com alta precisão e volume para as marcas, stay “CONNECTED”.

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